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CONSULTORIA I4MARKETING
INTELIGÊNCIA DE MERCADO ESTRATÉGICA
Núcleo de Geração de Demanda de Negócios de Alto Valor
Terceirizado (Na Agência) e Próprio (No Cliente) – Presencial e On-line
7b. Pilar Holo-Borboleta: Núcleo Performance (Aguardar Liberação)
00:00 / 03:21

※ 7b. Pilar Holo-Borboleta: Núcleo de Performance — Agência Multicanal de Alto Valor
O Núcleo de Vivências não é a partitura, nem o maestro. É o ritmo com base em métodos que conduz a metamorfose das interações com "carga elétrica" — onde educadores socioartísticos equilibram as forças positivas (expressão), negativas (objeções) e neutras (escuta) do grupo, transformando cada interação em um solo que compõe a sinfonia coletiva, mapeando amostras individuais e coletivas de desempenho.
≻ Aguardar liberação de artefatos: b. vivências pareadas = 5 naipes/arcanos (paus¹, ouros², espadas³, copas⁴ e coringa⁵).
≻ Aguardar liberação de artefatos: b. vivências pareadas = 5 naipes/arcanos (paus¹, ouros², espadas³, copas⁴ e coringa⁵).

※ 7b. Capacitação Holo-Borboleta: Interpessoal — Vivências Socioartísticas (Do Efeito Borboleta à Cultura Enxadrista de Vantagem Competitiva)
Capacitação interpessoal – Empática
Head Corp – Agente de Relacionamento Estratégico — Núcleo Socioartístico
Descrição da capacitação interpessoal:
Esta capacitação integrada forma Agentes de Relacionamento Estratégico que acompanham a evolução da performance caótico-básica para interações reativas e times dispersos, estruturam a performance básico-intermediária com interações orientadas por roteiro e times alinhados, desenvolvem a performance intermediário-avançada com interações consultivas e times colaborativos, consolidam a performance avançado-inovação com interações preditivas e times adaptativos, e sintetizam a performance de síntese evolutiva com interações sistêmicas, apresentações cocriadas e times autônomos — Núcleo Socioartístico (vetor b): fundamentando a inteligência relacional, a cultura enxadrista e a comunicação não verbal em marketing e vendas — tal como a borboleta criativa, que poliniza corações com sua dança.
⋅ Representação 5 Arcanos
⋙ Estágios de IM:
1. Performance caótico-básico¹
2. Performance básico-intermediário²
3. Performance intermediário-avançado³
4. Performance avançado-inovação⁴
5. Performance síntese evolutiva⁵
Etimologias da capacitação interpessoal:
BORBOLETA: do latim vulgar **belbellita*, diminutivo de belus, que significa "bonito", através do latim bellus (bonito, belo). Outra hipótese é a origem no latim papilio, -onis (borboleta), que deu origem a "pavilhão" e, por metátese e transformações fonéticas, teria chegado a "borboleta" no português. A forma mais aceita é a derivação do latim belbellita, reduzido a belbela, que por evolução fonética (influência do 'r'?) teria se transformado em borboleta. Raiz indo-europeia bhel- (brilhar, florescer), presente em palavras como "flor", "folha" (insetos que pousam em flores). Cognato do galego bolboreta, do espanhol mariposa (origem diferente) e do catalão papallona (do latim papilio).
EMPÁTICA: do grego empatheia (paixão, afeto), composto de *em-* (dentro) + pathos (sentimento, sofrimento). Raiz indo-europeia kwent(h)- (sofrer, sentir). Capacidade de compreender e compartilhar sentimentos do outro, colocando-se em seu lugar. Cognato do inglês empathetic, francês empathique, espanhol empático, italiano empatico. "EMPATA" – se não for erro de digitação, pode ser um nome próprio ou uma forma abreviada informal. Em português, a palavra correta é empática (com "i" e acento).
EMPATIA: do grego empatheia – capacidade de se colocar no lugar do outro, conectando necessidades.
AGENTE: do latim agens, entis – que atua, opera, agencia; pessoa que produz ou desencadeia ação ou efeito.
NÚCLEO: do latim nucleus, -i (âmago, caroço, a parte central), diminutivo de nux, nucis (noz, castanha). Raiz indo-europeia kneu- (noz, caroço), também presente no grego kýanon (κύανος, ameixa, noz) e no sânscrito naktram (noz?). O latim nucleus designava a parte interna e essencial de algo, em especial a semente no interior do fruto. Daí o sentido figurado de "centro", "ponto fundamental", "estrutura central de um sistema". Cognato do latim nucula (noz pequena), do inglês nucleus (núcleo), do francês noyau (caroço, núcleo), do espanhol núcleo.
SOCIOARTÍSTICO: do latim socius (companheiro, aliado) + ars, artis (arte, habilidade, técnica). O prefixo socio- indica relação com o coletivo e as interações humanas. Artístico deriva do latim artisticus, relativo à arte, à expressão criativa e à técnica. Designa a integração entre dinâmicas sociais e expressão artística (teatro, psicodrama, jogos, expressão corporal, narrativa). Cognato do inglês socio-artistic, francês socioartistique, espanhol socioartístico, italiano socioartistico. No Core4Heads, a Capacitação Interpessoal (Vivências Socioartísticas) refere‑se ao vetor b, fundamentando a inteligência relacional, a cultura enxadrista e a comunicação não verbal em marketing e vendas.
PERFORMANCE: do inglês performance, derivado do verbo to perform (realizar, executar, representar) + sufixo -ance (ação, estado, resultado). To perform origina-se do inglês antigo performen, do francês anglo-normando parfournir (realizar, cumprir, completar), composto de par- (completamente, através de) + fournir (fornecer, realizar). O francês fournir vem do germânico frumjan (executar, promover). Raiz germânica frumjan (avançar, promover). O termo performance consolidou-se no inglês para designar o ato de executar algo, o cumprimento de uma tarefa, ou o resultado mensurável de uma ação, especialmente em contextos artísticos, esportivos, operacionais e empresariais. Cognato do inglês perform (executar), do francês performance (desempenho), do alemão Performance (desempenho), do neerlandês performance.
INDIVIDUAL: do latim individuus (indivisível, que não pode ser dividido), composto de *in-* (não) + dividuus (divisível, que se pode separar). Dividuus deriva de dividere (dividir, separar, repartir), formado por dis- (separação) + videre? Na verdade, a raiz de dividere é uid- (separar), do latim antigo, não confundir com "ver". Raiz indo-europeia weid- (separar, distinguir), que em latim deu viduus (separado, vazio, viúvo). O termo individuus designava o que é único, singular, que não pode ser fragmentado sem perder sua essência. No português, indivíduo (substantivo) e individual (adjetivo) passaram a significar relativo a uma só pessoa ou entidade, considerado em sua singularidade. Cognato do inglês individual, do francês individuel, do espanhol individual, do italiano individuale.
COLETIVO: do latim collectivus, -a, -um (que reúne, que ajunta), derivado de collectus (reunido, ajuntado), particípio passado de colligere (reunir, juntar, coletar). Colligere compõe-se de com- (junto, com) + legere (reunir, colher, escolher, ler). Raiz indo-europeia leg- (reunir, colher, escolher), de onde também vêm o grego légein (λέγειν, dizer, contar, reunir), o latim legio (legião, conjunto de soldados), lex (lei, o que foi reunido/estabelecido), e o inglês collect (coletar). O sufixo -ivus indica capacidade ou tendência (aquilo que tem a propriedade de reunir). O termo designa o que é comum a um grupo, que pertence ou é compartilhado por todos os membros de uma coletividade, em oposição ao individual. Cognato do inglês collective, do francês collectif, do espanhol colectivo, do italiano collettivo.
RELACIONAMENTO: do latim relatio, -onis (ação de levar de volta, referência, relato), derivado de relatus (levado de volta), particípio passado de referre (levar de volta, reportar, referir). Referre compõe-se de *re-* (de volta, novamente) + ferre (levar, carregar). Raiz indo-europeia bher- (carregar, levar), de onde também vêm o latim ferre, o grego phérein (φέρειν), o sânscrito bharati (carrega), o inglês bear (carregar, suportar). O sufixo -mento (latim -mentum) indica meio, resultado ou ação. O termo relacionamento designa o vínculo, a ligação ou a interação entre pessoas, grupos ou entidades, caracterizado por trocas, referências mútuas e comunicação contínua. Cognato do inglês relationship, do francês relation, do espanhol relación, do italiano relazione.
ESTRATÉGICO: do grego strategikós (στρατηγικός), derivado de stratēgós (στρατηγός – general, comandante de exército). Stratēgós compõe-se de stratós (στρατός – exército, tropa) + ágō (ἄγω – conduzir, liderar, guiar). Raiz indo-europeia stere- (espalhar, estender) para stratós (o que está disposto em fileiras) e *ag-* (conduzir, mover) para ágō. O termo original designava a arte do general, o planejamento e a condução de operações militares. Por extensão, passou a significar o que é relativo à estratégia, ou seja, ao planejamento de longo prazo, à definição de objetivos e à alocação de recursos para alcançar vantagem competitiva ou posicionamento superior em qualquer domínio (negócios, marketing, vendas, política). Cognato do inglês strategic, do francês stratégique, do espanhol estratégico, do italiano strategico, do alemão strategisch.
ESTADO DA ARTE: expressão do inglês state of the art (séc. XIX, originalmente em patentes, designando o nível mais avançado de uma tecnologia em dado momento); difundida no português por tradução direta – nível máximo de desenvolvimento, sofisticação ou conhecimento em um campo técnico ou científico; cf. positivo: "tecnologia de ponta" – inovação, eficiência e vanguarda.
Head Corp – Agente de Relacionamento Estratégico — Núcleo Socioartístico
Descrição da capacitação interpessoal:
Esta capacitação integrada forma Agentes de Relacionamento Estratégico que acompanham a evolução da performance caótico-básica para interações reativas e times dispersos, estruturam a performance básico-intermediária com interações orientadas por roteiro e times alinhados, desenvolvem a performance intermediário-avançada com interações consultivas e times colaborativos, consolidam a performance avançado-inovação com interações preditivas e times adaptativos, e sintetizam a performance de síntese evolutiva com interações sistêmicas, apresentações cocriadas e times autônomos — Núcleo Socioartístico (vetor b): fundamentando a inteligência relacional, a cultura enxadrista e a comunicação não verbal em marketing e vendas — tal como a borboleta criativa, que poliniza corações com sua dança.
⋅ Representação 5 Arcanos
⋙ Estágios de IM:
1. Performance caótico-básico¹
2. Performance básico-intermediário²
3. Performance intermediário-avançado³
4. Performance avançado-inovação⁴
5. Performance síntese evolutiva⁵
Etimologias da capacitação interpessoal:
BORBOLETA: do latim vulgar **belbellita*, diminutivo de belus, que significa "bonito", através do latim bellus (bonito, belo). Outra hipótese é a origem no latim papilio, -onis (borboleta), que deu origem a "pavilhão" e, por metátese e transformações fonéticas, teria chegado a "borboleta" no português. A forma mais aceita é a derivação do latim belbellita, reduzido a belbela, que por evolução fonética (influência do 'r'?) teria se transformado em borboleta. Raiz indo-europeia bhel- (brilhar, florescer), presente em palavras como "flor", "folha" (insetos que pousam em flores). Cognato do galego bolboreta, do espanhol mariposa (origem diferente) e do catalão papallona (do latim papilio).
EMPÁTICA: do grego empatheia (paixão, afeto), composto de *em-* (dentro) + pathos (sentimento, sofrimento). Raiz indo-europeia kwent(h)- (sofrer, sentir). Capacidade de compreender e compartilhar sentimentos do outro, colocando-se em seu lugar. Cognato do inglês empathetic, francês empathique, espanhol empático, italiano empatico. "EMPATA" – se não for erro de digitação, pode ser um nome próprio ou uma forma abreviada informal. Em português, a palavra correta é empática (com "i" e acento).
EMPATIA: do grego empatheia – capacidade de se colocar no lugar do outro, conectando necessidades.
AGENTE: do latim agens, entis – que atua, opera, agencia; pessoa que produz ou desencadeia ação ou efeito.
NÚCLEO: do latim nucleus, -i (âmago, caroço, a parte central), diminutivo de nux, nucis (noz, castanha). Raiz indo-europeia kneu- (noz, caroço), também presente no grego kýanon (κύανος, ameixa, noz) e no sânscrito naktram (noz?). O latim nucleus designava a parte interna e essencial de algo, em especial a semente no interior do fruto. Daí o sentido figurado de "centro", "ponto fundamental", "estrutura central de um sistema". Cognato do latim nucula (noz pequena), do inglês nucleus (núcleo), do francês noyau (caroço, núcleo), do espanhol núcleo.
SOCIOARTÍSTICO: do latim socius (companheiro, aliado) + ars, artis (arte, habilidade, técnica). O prefixo socio- indica relação com o coletivo e as interações humanas. Artístico deriva do latim artisticus, relativo à arte, à expressão criativa e à técnica. Designa a integração entre dinâmicas sociais e expressão artística (teatro, psicodrama, jogos, expressão corporal, narrativa). Cognato do inglês socio-artistic, francês socioartistique, espanhol socioartístico, italiano socioartistico. No Core4Heads, a Capacitação Interpessoal (Vivências Socioartísticas) refere‑se ao vetor b, fundamentando a inteligência relacional, a cultura enxadrista e a comunicação não verbal em marketing e vendas.
PERFORMANCE: do inglês performance, derivado do verbo to perform (realizar, executar, representar) + sufixo -ance (ação, estado, resultado). To perform origina-se do inglês antigo performen, do francês anglo-normando parfournir (realizar, cumprir, completar), composto de par- (completamente, através de) + fournir (fornecer, realizar). O francês fournir vem do germânico frumjan (executar, promover). Raiz germânica frumjan (avançar, promover). O termo performance consolidou-se no inglês para designar o ato de executar algo, o cumprimento de uma tarefa, ou o resultado mensurável de uma ação, especialmente em contextos artísticos, esportivos, operacionais e empresariais. Cognato do inglês perform (executar), do francês performance (desempenho), do alemão Performance (desempenho), do neerlandês performance.
INDIVIDUAL: do latim individuus (indivisível, que não pode ser dividido), composto de *in-* (não) + dividuus (divisível, que se pode separar). Dividuus deriva de dividere (dividir, separar, repartir), formado por dis- (separação) + videre? Na verdade, a raiz de dividere é uid- (separar), do latim antigo, não confundir com "ver". Raiz indo-europeia weid- (separar, distinguir), que em latim deu viduus (separado, vazio, viúvo). O termo individuus designava o que é único, singular, que não pode ser fragmentado sem perder sua essência. No português, indivíduo (substantivo) e individual (adjetivo) passaram a significar relativo a uma só pessoa ou entidade, considerado em sua singularidade. Cognato do inglês individual, do francês individuel, do espanhol individual, do italiano individuale.
COLETIVO: do latim collectivus, -a, -um (que reúne, que ajunta), derivado de collectus (reunido, ajuntado), particípio passado de colligere (reunir, juntar, coletar). Colligere compõe-se de com- (junto, com) + legere (reunir, colher, escolher, ler). Raiz indo-europeia leg- (reunir, colher, escolher), de onde também vêm o grego légein (λέγειν, dizer, contar, reunir), o latim legio (legião, conjunto de soldados), lex (lei, o que foi reunido/estabelecido), e o inglês collect (coletar). O sufixo -ivus indica capacidade ou tendência (aquilo que tem a propriedade de reunir). O termo designa o que é comum a um grupo, que pertence ou é compartilhado por todos os membros de uma coletividade, em oposição ao individual. Cognato do inglês collective, do francês collectif, do espanhol colectivo, do italiano collettivo.
RELACIONAMENTO: do latim relatio, -onis (ação de levar de volta, referência, relato), derivado de relatus (levado de volta), particípio passado de referre (levar de volta, reportar, referir). Referre compõe-se de *re-* (de volta, novamente) + ferre (levar, carregar). Raiz indo-europeia bher- (carregar, levar), de onde também vêm o latim ferre, o grego phérein (φέρειν), o sânscrito bharati (carrega), o inglês bear (carregar, suportar). O sufixo -mento (latim -mentum) indica meio, resultado ou ação. O termo relacionamento designa o vínculo, a ligação ou a interação entre pessoas, grupos ou entidades, caracterizado por trocas, referências mútuas e comunicação contínua. Cognato do inglês relationship, do francês relation, do espanhol relación, do italiano relazione.
ESTRATÉGICO: do grego strategikós (στρατηγικός), derivado de stratēgós (στρατηγός – general, comandante de exército). Stratēgós compõe-se de stratós (στρατός – exército, tropa) + ágō (ἄγω – conduzir, liderar, guiar). Raiz indo-europeia stere- (espalhar, estender) para stratós (o que está disposto em fileiras) e *ag-* (conduzir, mover) para ágō. O termo original designava a arte do general, o planejamento e a condução de operações militares. Por extensão, passou a significar o que é relativo à estratégia, ou seja, ao planejamento de longo prazo, à definição de objetivos e à alocação de recursos para alcançar vantagem competitiva ou posicionamento superior em qualquer domínio (negócios, marketing, vendas, política). Cognato do inglês strategic, do francês stratégique, do espanhol estratégico, do italiano strategico, do alemão strategisch.
ESTADO DA ARTE: expressão do inglês state of the art (séc. XIX, originalmente em patentes, designando o nível mais avançado de uma tecnologia em dado momento); difundida no português por tradução direta – nível máximo de desenvolvimento, sofisticação ou conhecimento em um campo técnico ou científico; cf. positivo: "tecnologia de ponta" – inovação, eficiência e vanguarda.

※ 7b. Representação Holo-Borboleta: Interpessoal — Simbologia do Bicho (Arquétipos, Valores e Significados Culturais)
Simbologia do bicho:
Metamorfose, transformação, crescimento pessoal. Na Grécia antiga, psyque significava “borboleta”. Os romanos transliteraram o “psi” (Ψ) para psique. Com o tempo, passou a significar também “alma”. O símbolo da Psicologia uniu psique + logia – a “ciência da alma”. Representa a capacidade de renascer, evoluir e se transformar radicalmente.
Metamorfose, transformação, crescimento pessoal. Na Grécia antiga, psyque significava “borboleta”. Os romanos transliteraram o “psi” (Ψ) para psique. Com o tempo, passou a significar também “alma”. O símbolo da Psicologia uniu psique + logia – a “ciência da alma”. Representa a capacidade de renascer, evoluir e se transformar radicalmente.

※ 7b. Desafio Dual Holo-Borboleta: Duplo — do Latim (Dualis: "De Dois")
Entender as causas-raízes da singularidade do negócio transmuta o caos diário na entrega de leads de valor pela performance de marketing e vendas.

※ 7b. Pulo do Gato Holo-Borboleta: Recurso Importante Raramente Ensinado — do Latim (Salius Felis: "Salto do Gato")
Modelo núcleo de oficina estratégica de vivências aplica socio-artes ao dia a dia de IM integrada a marketing e vendas, analisa individual e grupos, a cada interação com o mercado, e gera feedback para melhoria a performance como um todo.

※ 7b. Pilar Holo-Borboleta: Núcleo de Performance — Agência Multicanal de Alto Valor — Vetor: b. Vivência (Esfera Azul)
⋙ Estágios de Maturidade em IM — Mapeamento, Análise, Monitoramento, Agendamento de Funis e Evolução do Kit GTM:
1. Performance Caótico-Básica¹ — interações reativas, apresentações desestruturadas, time disperso.
2. Performance Básica-Intermediária² — interações orientadas por roteiro, apresentações padronizadas, time alinhado.
3. Performance Intermediária-Avançada³ — interações consultivas, apresentações personalizadas, time colaborativo.
4. Performance Avançada-Inovação⁴ — interações preditivas, apresentações dinâmicas, time adaptativo.
5. Performance Síntese Evolutiva⁵ — interações sistêmicas, apresentações cocriadas, time autônomo.
∞ Fases de Relacionamento: Suspeito¹ (suspect), Prospecto² (prospect), Alvo³ (lead: quente, morno, frio, neutro), Pipeline³ (presente FY, futuro NFY), Conversão³ (ganho, perda, adiamento, cancelamento), Cliente⁴ (fiel, satisfeito, inativo, reativado) e Parceiro⁵.
⋈ Modelo de referência: Jornada do Herói (Campbell), Psicologia Analítica (Jung) e Socionomia (Moreno) — Simbologia Arcanos, Naipes e dinâmicas de grupos.
∞ Visualização holográfica: laranja¹, verde², celeste³, violeta⁴ — e esferas azuis (b. vivências pareadas — núcleo performance).
1. Performance Caótico-Básica¹ — interações reativas, apresentações desestruturadas, time disperso.
2. Performance Básica-Intermediária² — interações orientadas por roteiro, apresentações padronizadas, time alinhado.
3. Performance Intermediária-Avançada³ — interações consultivas, apresentações personalizadas, time colaborativo.
4. Performance Avançada-Inovação⁴ — interações preditivas, apresentações dinâmicas, time adaptativo.
5. Performance Síntese Evolutiva⁵ — interações sistêmicas, apresentações cocriadas, time autônomo.
∞ Fases de Relacionamento: Suspeito¹ (suspect), Prospecto² (prospect), Alvo³ (lead: quente, morno, frio, neutro), Pipeline³ (presente FY, futuro NFY), Conversão³ (ganho, perda, adiamento, cancelamento), Cliente⁴ (fiel, satisfeito, inativo, reativado) e Parceiro⁵.
⋈ Modelo de referência: Jornada do Herói (Campbell), Psicologia Analítica (Jung) e Socionomia (Moreno) — Simbologia Arcanos, Naipes e dinâmicas de grupos.
∞ Visualização holográfica: laranja¹, verde², celeste³, violeta⁴ — e esferas azuis (b. vivências pareadas — núcleo performance).

※ 7b. Efeito Borboleta Holo-Borboleta: Elo Perdido de Marketing e Vendas — Ausência de Amostra Socioartística (Colapso da Cultura Enxadrista de Vantagem Competitiva)
⋙ Estágios de Maturidade em IM — Caos pela Ausência de Amostras Socioartísticas:
1. Latente – Microtensões não percebidas, fissuras invisíveis.
2. Emergente – Conflitos entre áreas, objeções repetidas, falhas de comunicação.
3. Instalado – Ruptura entre times, clima deteriorado, reatividade.
4. Colapso – Cultura fragmentada, conflitos institucionalizados, incapacidade de ler o mercado.
5. Ponto de Inflexão –
∘ Reinvenção: cultura enxadrista, escuta ativa, alinhamento estratégico.
∘ Colapso humano: conflitos crônicos, perda irreversível da potência coletiva.
∞ Visualização holográfica: b. vivências pareadas.
1. Latente – Microtensões não percebidas, fissuras invisíveis.
2. Emergente – Conflitos entre áreas, objeções repetidas, falhas de comunicação.
3. Instalado – Ruptura entre times, clima deteriorado, reatividade.
4. Colapso – Cultura fragmentada, conflitos institucionalizados, incapacidade de ler o mercado.
5. Ponto de Inflexão –
∘ Reinvenção: cultura enxadrista, escuta ativa, alinhamento estratégico.
∘ Colapso humano: conflitos crônicos, perda irreversível da potência coletiva.
∞ Visualização holográfica: b. vivências pareadas.
A alma é uma borboleta… há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento de uma grande metamorfose.
Rubem Alves
É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante.
Friedrich Nietzsche
Créditos: - Áudio: Hino Nacional Brasileiro - Instrumental | Poema de: Joaquim Osório Duque Estrada | Música de: Francisco Manoel da Silva - Imagem background - Street Art: https://www.placesofcharm.com/blog/2020/3/17/mural-paintings-penelles-lleida-street-art - Imagens I4MKTG - 2005/2023: Designer Lisa Valeri - Texto borboleta: https://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/borboletas2.htm Vetor: https://blogs.mathworks.com/cleve/2013/05/27/golden-spiral/ Equipe I4MKTG
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